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A Itália na mesa faz bem e alonga a vida.
21/11/2020   Turismo História Saúde, Beleza & Bem-Estar Gastronomia
 Postado por:   Alessandra Nardim

Foi descoberto pelo cientista americano Ancel Keys. Em 1962 ele com a esposa se transferiram no vilarejo chamado Pollica, na provincia di Salerno. Foram 20 anos de estudo e graças aos seus estudos ele conseguiu concretizar a teoria da importância da alimentação variada e do exercício físico, denominada Dieta Mediterrânea.

A Dieta Mediterrânea é um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e este mês festeja-se os seus 10 anos.
E desse reconhecimento se pode entender a importância da comida para um italiano. Faz parte da história e da cultura italiana existente há mais de 3000 anos.

As razões, conforme afirma um documento do Comitê Intergovernamental da Convenção, residem nos conhecimentos, práticas tradicionais e habilidades que passaram de geração em geração e que, ao longo do tempo, proporcionaram às comunidades por toda as costas marítimas uma sensação de pertencimento e continuidade. Como dizer: o Mediterrâneo é muito mais do que uma lista de alimentos. É, no mínimo, um estilo de vida em que o ato de comer juntos é a base de uma identidade cultural feita de criatividade, diálogo, hospitalidade. Mas também de respeito ao território e à biodiversidade.

A Dieta Mediterrânea é a única a ter esse reconhecimento no mundo. Tão alto o reconhecimento é devido a alguns de seus princípios, representando a melhor defesa contra muitas doenças.

Conhecer a origem do alimento é fundamental e faz parte do vocabulário italiano. Esse comportamento se observa na feira, à mesa e também nas conversações cotidianas.

E' normal em uma mesa de restaurante perguntar a origem de algum prato e muitas vezes já é descrito no menu. Quando vai à feira (e eu conselho a todos de ir à feira se fizer uma viagem a Itália) as indicações de origem estão descritas junto ao produto; exemplo: Pesca di Volpedo (Pêssego de Volpedo (vilarejo no Piemonte) - tipo de pêssego de grande tamanho, perfumado e de sabor inconfundível, Asparagi del Roero (Aspargo do Roero - Roero é um território do Piemonte e o seu terreno é muito argiloso, ótimo para a plantação do aspargo ), salame de Varzi (Varzi é um vilarejo na provincia de Pavia - e’ um dos melhores salames italianos), cipolle di Breme (cebolas de Breme, vilarejo no Piemonte - é uma variedade mais doce e da cor roxa), e assim vai.

Comer aqui não é somente para saciar-se, mas é conhecer a história de um produto, como se cozinha e quais são os benefícios para a própria saúde.

Se você estiver interessado em saber mais sobre o que alimentação pode fazer por você, eu indico o livro A Dieta da Longevidade de Valter Longo - para uma vida saudável até os 110 anos.


“Alessandra, vive na Região do Piemonte, na Itália há mais de 20 anos.
Adquiriu experiência viajando o mundo à trabalho e continua a viajar descobrindo a autenticidade dos pequenos vilarejos, o verdadeiro tesouro da Itália.
Hoje ela realiza roteiros personalizados pelas suas
Verdes Colinas do Piemonte, onde vive.
Sempre pronta à partir, nos guiará pela Itália com paixão através os seus olhos e a sua experiência adquirida nesses anos vivendo na Itália.

Abandone as rotas italianas tradicionais
14/11/2020   Turismo
 Postado por:   Alessandra Nardim

E descubra a Itália autentica.

Existem mais de 5.308 pequenos vilarejos em risco de abandono. "72% dos mais de 8.000 municípios italianos têm menos de 5.000 habitantes. Uma Itália onde vivem 10 milhões e meio de cidadãos e que representa mais de 55% do território nacional, composta por áreas de valor naturalista, parques e áreas protegidas. Esses 5.835 vilarejos não só realizam um trabalho insubstituível de salvaguarda e cuidado do território, mas são portadoras de cultura, saberes e tradições, mas também forjas de experimentação e fatores de coesão social" (fonte: PlanetB)

Os Vilarejos italianos falam muito sobre o território, sobre as diferenças entre uma área e outra da Península, sobre os usos e costumes que cada região. Nos vilarejos é possível observar a história antiga permitindo-nos de "viver" como as pessoas viviam há séculos. Não é necessário guias turísticos - basta olhar.


Hoje te levo até o vilarejo na Região da Liguria chamado Cervo (se pronuncia: TChervo)

Com vista direta para o mar, o vilarejo é um dos meus lugares preferidos. Aqui o tempo parece ter parado: espremido entre o azul do mar e o verde das colinas, as suas casas medievais, os becos e arcos de pedra, as praças e os terraços desenham um cenário de contos de fadas, autêntico e vibrante, a percorrer. Apenas a pé e em completa calma. 


A pitoresca praça em frente à igreja de San Giovanni Battista, conhecida como "dei Corallini" construída entre os séculos XVII e XVIII graças às ofertas dos pescadores de coral. O adro em si é um lugar mágico, com uma acústica quase perfeita. Foi descoberto há mais de meio século por Sandor Vegh, o famoso violinista húngaro, que viu um grande potencial na característica fachada côncava da Igreja de San Giovanni e decidiu transformar a aldeia de Cervo no centro da Música de Câmara.

No verão a praça e toda a cidade, desde os antigos palácios, às igrejas, às pequenas e belas praças escondidas, transformam-se no palco do Festival Internacional de Música de Câmara, enquanto ao longo do ano a animada vila acolhe eventos culturais e mercados colori. Mesmo à mesa, Cervo sabe surpreender e conquistar. O peixe mais fresco é rei, acompanhado pela excelente Riviera di Ponente Vermentino DOC da Ligúria.

A presto e Baci!
Alessandra

 

“Alessandra, vive na Região do Piemonte, na Itália há mais de 20 anos.
Adquiriu experiência viajando o mundo à trabalho e continua a viajar descobrindo a autenticidade dos pequenos vilarejos, o verdadeiro tesouro da Itália.
Hoje ela realiza roteiros personalizados pelas suas Verdes Colinas do Piemonte, onde vive.
Sempre pronta à partir, nos guiará pela Itália com paixão através os seus olhos e a sua experiência adquirida nesses anos vivendo na Itália.

 

Estresse e ansiedade levam a aumento de dentes quebrados, dizem dentistas
12/11/2020   Saúde, Beleza & Bem-Estar
 Postado por:   Cynthia Trevisani

Além dos males físicos como enxaqueca e fadiga causados por estresse durante a pandemia, outra situação preocupante está sendo revelada por consultórios dentários: o aumento de dentes rachados ou fraturados.

"Nos primeiros meses do isolamento, quando atendíamos apenas emergências, as ocorrências desse tipo foram muitas, e seguem desde então. Estimamos um aumento de 20% nos casos de dentes quebrados durante a quarentena", relata dr. Marcelo Moreira, cirurgião-dentista do Ateliê Oral em São Paulo, uma das principais clínicas do país.

A principal justificativa é a de que o estresse e as diferentes emoções que vêm à tona neste momento de crise econômica e psicológica provoquem problemas bucais.

Marcelo Moreira explica que uma das formas de tensões psicológicas se manifestarem em nosso corpo é com o apertamento dos dentes. "A tensão na musculatura da mandíbula ou o ranger dos dentes, conhecido como bruxismo, podem quebrá-los ou danificar obturações e coroas. Se o dente estiver forte e não quebrar, podem causar desgaste intenso, ou uma movimentação dentária, e o terceiro reflexo podem ser as dores musculares, tanto na mandíbula quanto em partes do corpo relacionadas, como pescoço e costas", explica.

A manifestação de mais de um desses sintomas também é comum. "As nossas inseguranças, medos, pressuposições de perdas iminentes, aparecem em sintomas que chamamos de conteúdos manifestos, que são dores no corpo, pesadelos, bruxismo, fantasias de ter alguma doença grave, irritabilidade pelo confinamento", explica a psicóloga Caroline Macarini, co-fundadora da Start Insight, plataforma de terapia online que está democratizando o acesso a atendimentos psicológicos no Brasil.

Segundo Marcelo Moreira, muitas pessoas não conseguem identificar que essas dores são causadas pela articulação temporomandibular (ATM) e acabam procurando outros tipos de profissionais. É importante o alerta para sintomas de dor quando os dentes estão encostados ou durante a escovação, inchaço, pedaços de dentes quebrados, e ainda dor na lateral do rosto. Nesses casos, o melhor é agendar uma visita ao dentista, evitando que o problema se agrave.

Como tratar
O odontologista deve fazer radiografias para visualizar a boca como um todo e avaliar o histórico do paciente para encontrar quaisquer condições pré-existentes, além de analisar bem todos os sintomas para adotar o melhor tratamento.

"Usar uma placa miorrelaxante que separe os dentes de cima dos de baixo é uma boa forma de evitar que o paciente aperte os dentes ou consiga friccioná-los. A aplicação de toxina botulínica também pode ser indicada para aliviar a dor da musculatura. E, como muitas vezes a raiz do problema é psicológica, recomenda-se o acompanhamento com psicólogo, pensando na saúde integral e no bem estar do paciente", completa.

Outro fator importante, lembra Moreira, é não descuidar da saúde bucal. "Muitos problemas pioram ou não estão sendo tratados porque as pessoas têm medo de ir ao dentista. Mas é seguro."

PRÁTICAS DE SEGURANÇA

Ao chegar na clínica - desinfecção de sapatos, higienização de celulares e bolsas com álcool 70%, utilização de máscara, trocando-a a cada 3h.

Respeitando as normativas de segurança do Conselho Federal de Odontologia, os profissionais dos consultórios atuam de forma estritamente regulada para prevenir o coronavírus, seguindo as práticas de biossegurança e desinfecção:
• Lavagem das mãos com frequência;
• Desinfecção de superfícies;
• Utilização dos EPIs;
• Aplicação de enxaguatório bucal com água oxigenada 1%;
• Utilização de isolamento absoluto, quando necessário.

A prevenção contra a COVID-19 começa antes mesmo da consulta: na confirmação por telefone deve-se informar que pacientes sintomáticos não devem comparecer.
Além disso, é importante realizar uma triagem nos pacientes que chegam ao consultório, adotando a aferição de temperatura com termômetro sem contato antes do atendimento e aplicando um questionário na recepção.

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